quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Países Bálticos - Tallinn (Estônia)


Tallinn é uma cidade pequena, com atrações bem concentradas na cidade antiga, que ainda é cercada pela muralha medieval em muitas partes. As ruelas são um charme, com restaurantes, lojas de souvenirs e quiosques que vendem amêndoas confeitadas e vinho quente.


A cidade sofreu séculos de dominação. Numa trajetória tumultuada passou pelas mãos de dinamarqueses, teutônicos, suecos, russos, nazistas e soviéticos. Essa história conturbada só teve fim em 1991, quando a Estônia conseguiu sua independência da União Soviética. Desde então, o país vem recuperando sua economia e investindo no turismo.



Separada por apenas 2 horas e meia de ferry de Helsinque, recebe muitos visitantes num bate e volta a partir da capital finlandesa e tornou-se escala de navios de cruzeiro.


A paisagem da cidade alta é dominada pela fortaleza de Toompea, que atualmente abriga o Parlamento, e sua impressionante torre Pikk Hermann.




O interior ricamente adornado da catedral ortodoxa de Alexander Nevsky faz valer a visita, apesar do local ficar entupido de turistas. Muito próxima, mas com arquitetura e decoração completamente diferentes, fica a catedral luterana da Virgem Maria (Toomkirik), de 1219.


Nos terraços da cidade alta ficam as vistas mais bacanas, com as torres, os telhados e o mar.



Os dois caminhos mais famosos que ligam as cidades alta e baixa são as ruas da Perna Curta (Lühike Jalg) e da Perna Longa (Pikk Jalg). A primeira é uma grandes escadaria, que era usada pelos pedestres, e a última era a via usada pelos cavalos e charretes.


Na cidade baixa, o local mais movimentado é a praça do mercado. Com prédios coloridos, a prefeitura do século 14, vários restaurantes e lojas e uma farmácia que abriu as portas em 1422 e funciona até hoje - Raeapteek, é o coração da cidade e o espaço preferido para atividades culturais.



Não deixe de passear por suas ruas transversais, que guardam recantos surpreendentes. Vários edifícios históricos tem placas explicativas, o que torna o passeio ainda mais interessante.


Outro local de destaque é a charmosa Passagem de Santa Catarina, uma viela medieval com paredes de pedra e arcos. O Monastério de Santa Catarina é o mais antigo da cidade, fundado em 1246. No local pode-se visitar o Claustro Dominicano e visitar um pequeno museu.



A rua Viru é uma rua comercial que liga o centro moderno à cidade antiga. A entrada é ladeada por duas torres do muro cobertas por hera. Outra das entradas da cidade, desta vez no rumo do porto, é pela Torre da Margarete Gorda. O nome foi atribuído em razão de seu diâmetro, muito superior às demais torres da muralha. Sua função original era defender o porto e hoje abriga o Museu Marítimo Estoniano.


Fora do centro, mas a apenas três estações de tram, fica o Parque Kadriorg. Em meio a amplos jardins, fica o palácio desenhado pelo czar Pedro para sua esposa Catarina, onde funciona o Museu de Arte Kadriorg, com pinturas de artistas ocidentais e russos do século 16 ao 20.


A cozinha do Báltico é uma junção das culinárias escandinava, russa e alemã, com fartura de carnes, inclusive de caça, batatas e pescados. A cidade explora as características medievais com vários restaurantes "de época", ótimos para turistas - iluminação exclusiva de velas, funcionários vestidos a caráter e "cozinha medieval". Os mais famosos são Olde Hansa e III Drakkon, com cardápio limitado à sopa de alce e folhados. Os folhados, a propósito, são bem típicos e muito saborosos, Você pode experimentá-los em praticamente todos os cafés.


Outro restaurante que gostamos bastante é o Kuldse Notsu Korts. Nós pedimos as tradicionais sopas de beterraba e carne e de repolho e porco. De principal, joelho de porco e porco assado com molho cremoso de cebolas. Estava tudo muito bom! Também gostei do ambiente, amplo e confortável.


Veja aqui mais fotos da Estônia.

sábado, 24 de outubro de 2015

Quibe cru

Quibe é uma delícia, né? 
Só que na minha casa não rola fritura (nem na Airfryer, porque tenho preguiça). Aí a gente deixa para comer quibe frito na rua (no Beirute, por exemplo...) e prepara assado (receita aqui) ou, nestes dias de muito calor, cru. São ambos uma delícia e muito práticos. O quibe cru, eu preparo assim:

700g de carne moída
1 xícara e meia de trigo para quibe
1 cebola grande
1 maço de hortelã 
Meia xícara de azeite extra virgem
3/4 de xícara de água gelada
Sal a gosto
1 limão

Primeiro lave o quibe até a água sair clarinha. depois deixe de molho para o trigo crescer.
Pique bem a cebola e a hortelã.
Escorra toda a água do quibe em um pano limpo.
Coloque a carne, o trigo sequinho, a cebola, a hortelã, o suco de limão, o sal, o azeite e, por fim, a água gelada. Misture bem até que a mistura esteja homogênea. Coloque em uma travessa, regue com um pouco mais de azeite e coloque na geladeira por, no mínimo, uma hora.
Sirva com pão sírio e coalhada seca.


Na foto, uma falsa coalhada síria muito gostosa. Basta misturar suco de limão à pasta de ricota e temperar com sal e azeite.

sábado, 17 de outubro de 2015

Estrogonofe simplificado

Um dos meus pratos favoritos, tanto de comer como de fazer. É muito fácil, rápido e gostoso!


2 kg de alcatra cortada em tirinhas finas
2 colheres de farinha de trigo
Sal e pimenta-do-reino a gosto
2 colheres de manteiga
1 cebola
Meia xícara de conhaque
1 vidro de champignons em conserva (ou palmito)
1 lata de molho ou purê de tomates
1 lata de creme de leite

Misture a carne com o sal, a pimenta e a farinha de trigo. Reserve. 
Doure a cebola na manteiga e misture a carne, mexendo até perder a cor de crua. Coloque o conhaque em uma concha e leve à chama para que a bebida esquente. Depois, devagar, incline um pouco a concha sobre o fogo para que o conhaque pegue fogo. Assim que estiver flamejante, mova a concha até a panela com a carne e derrame a bebida. O fogo vai pegar em toda a carne e logo vai apagar sozinho.
Em seguida, junte o molho de tomates e deixe cozinhar em fogo brando, em panela tampada, até ficar macia. É bem rápido. Misture, então, o creme de leite e os champignons em fatias.
Sirva com salada, arroz branco e batata palha.

Mais receitas com carne bovina:

Acém, com linguiça, tomate e cebola roxa
Contrafilé ao forno com batatas 
Filé com nhoque ao molho de funghi
Estrogonofe simplificado
Tagliata
Bolo de carne com legumes
Quibe assado recheado
Picadinho carioca 
Contrafilé recheado
Filé com crosta de pimentas

domingo, 11 de outubro de 2015

Camarão com catupiry

Esta receita é mole mole de fazer e causa um efeito incrível. Pode, inclusive, ser preparada com antecedência e, na hora, você só coloca no forno para gratinar. Vale a pena!


1 kg de camarões grandes ou médios descascados
1 fio de azeite
2 cebolas picadas
3 dentes de alho amassados
1 tomate picado
1 xícara de molho de tomate (preferencialmente caseiro)
Sal e pimenta do reino a gosto
Ervas frescas ou desidratadas a gosto (geralmente uso manjericão e alecrim frescos + tomilho seco)
400 g de requeijão culinário (Catupiry ou outra marca)

Em uma panela grande, refogue a cebola no azeite até amolecer. Junte o alho e deixe dourar. Em seguida, misture o tomate e as ervas. Em seguida, coloque o molho de tomate. Tempere com sal e pimenta do reino e deixe cozinhar levemente, juntando água aos poucos (vai em torno de 1 xícara de água). Quando o tomate estiver cozido, mas ainda sem desmanchar, junte os camarões (previamente lavados e temperados com sal) e deixe cozinhar levemente com a panela tampada. Coisa muito rápida, só até ficar rosado. 
Em uma forma refratária, disponha o molho de camarão e cubra com o requeijão, espalhando bem. Polvilhe com queijo ralado e leve ao forno para gratinar.


Mais camarão?

Bobó de camarão
Arroz com camarão

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Bolo de chocolate da Amélia

Experimentei este bolo de chocolate numa festa do trabalho, há muitos anos. Ele é o mais gostoso bolo simples de chocolate que já comi e não tem segredo. Peguei a receita com a colega e até hoje ele segue batizado com o nome dela.


4 colheres bem cheias de manteiga (+- 180 g)
2 colheres de açúcar refinado peneirado
3 gemas

Misture bem até ficar grudado. Em seguida, adicione:

2 xícaras de farinha de trigo peneirada
1 xícara e meia de Nescau peneirado
1 colher de fermento em pó peneirado
2 colheres de maisena peneirada
1 xícara e meia de leite com 1 pitada de sal

Bata bem e reserve.
À parte, bata as claras em neve e, depois, adicione à mistura sem bater. Asse em forma untada e polvilhada com farinha de trigo, Deixe 20 minutos em fogo alto e mais 20 minutos (aproximadamente) em forno médio.
Atenção: Só ligue o forno na hora que colocar o bolo para assar.

Cobertura:

1 lata de leite condensado
3 colheres de Nescau
1 colher de margarina

Cozinhe, sempre mexendo, até o ponto de brigadeiro mole.

Cobertura para bolo no tabuleiro:

3 colheres de açúcar refinado
1 colher de margarina
Meio copo de leite
2 colheres de Nescau

Cozinhe por aproximadamente 7 minutos, até engrossar um pouco. Derrame sobre o bolo ainda quente.

Veja mais receitas de bolo: